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| Ao todo a equipe junta cerca de U$ 18 milhões em dívidas. (Todd Warshaw/Getty Images North America)
O dono da BK Racing, Ron Devine, não tem o controle financeiro para gerenciar a equipe atualmente. A BKR está nas mãos de Matthew Smith, que trabalha na empresa The Finley Group, especializada em consultoria financeira, reorganização de dívidas e se necessário, liquidação de empresas em dificuldades.
O tribunal estadual deu até o dia 15 de fevereiro para que o devedor tenha tempo de reorganizar a empresa e reembolsar os credores, porém, como Devine não arquivou todos os documentos e não seguiu alguns dos procedimentos contábeis exigidos, o juiz poderia ter rejeitado o caso ou forçado uma liquidação na quinta-feira.
O juiz fez um apelo para que os funcionários e credores da BK que não foram pagos pela equipe, arquivem sua reivindicações no tribunal.
Até quinta-feita passada, havia reclamações de U$ 18.502.976, com a maior sendo do banco (U$ 9,47 milhões em empréstimos não pagos) e a Receita Federal (U$ 2.893.499 de impostos não pagos, multas e juros). Há também uma reivindicação de U$ 2.247.611Race da Race Engines Plus, empresa fornecedora de motores.
A situação do único piloto da BKR, Gray Gaulding, não está nada boa na equipe, seu salário não foi pago ainda neste ano.
Devine administrou mal a equipe, considerando as perdas impressionantes de U$ 10 milhões por ano. Alguns dos planos de Ron é vender o charter 23 para o dono da Premium Motorsports, Jay Robinson.
Ainda não se sabe sobre o futuro da equipe, porém as situações estão bem criticas.
Informações retiradas da Espn.
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